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Dessalinização da água

Foto de porção do mar
Há no mundo muitas regiões à beira-mar, que possuem pouca água potável. São exemplos a Ilha de Fernando de Noronha, na Costa Brasileira, os países do Golfo Pérsico, entre outros. Nesses casos, seria interessante aproveitar a água do mar, tornando-a potável, tal como há séculos se faz nos navios.

Por outro lado encontramos em nosso planeta lugares onde existe água no subsolo, mas contendo excesso de sal (água salobra), como certas regiões do nordeste brasileiro.

Como então aproveitar a grande quantidade de água salgada para satisfazer as necessidades da humanidade? Há vários processos que viabilizam a dessalinização da água, alguns obedecem a uma ideia bastante simples, porém de execução cara.

Um dos processos mais antigos é o de Evaporação. Nesse caso, o modo mais simples é colocar a água a ser dessalinizada num tanque preto, o qual é coberto por um teto inclinado de vidro ou plástico transparente, para poder permitir a passagem da luz solar – os vapores se condensam na parte interna do teto e a água escorre para as canaletas de recolhimento. Esse processo é simples e barato, mas exige enormes tanques que ocupam grandes áreas.

Outro processo possível de dessalinização seria o congelamento. A água do mar é uma solução relativamente diluída. Quando a resfriamos, produzimos “gelo puro”, isto é sem sal. Contudo, o uso desse processo é impróprio por causa da série de dificuldades técnicas e do alto custo.

De todos os processos de dessalinização, o mais primoroso é o de Osmose Reversa, que além de tornar a água potável ainda elimina bactérias, fungos, vírus etc. Assim o processo de dessalinização tem se difundido, seu custo vem decrescendo e sendo colocado ao alcance de qualquer indivíduo.

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