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Malária – O que é

A malária é uma causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. No Brasil, a maioria dos casos da doença se concentra na região Amazônica, o que não descarta a possibilidade da ocorrência da malária em outras partes do país, como em Minas Gerais. A cura é possível se a doença for tratada em tempo oportuno e de forma adequada. Contudo, a malária pode evoluir para forma grave e para óbito.
Sintomas

Os sintomas são febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça, que podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentarem estas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite. A malária grave caracteriza-se pelo aparecimento de um ou mais destes sintomas: prostração, alteração da consciência, dispnéia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque, hemorragias, entre outros sinais.
Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma no caso de uma nova infecção.

Transmissão
A malária é transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium, um tipo de protozoário. Estes mosquitos são mais abundantes ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno, em menor quantidade. A malária não é uma doença contagiosa. Ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente a outra pessoa. É necessário o vetor para realizar a transmissão. Apenas as fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles são capazes de transmitir a malária.

Prevenção
Entre as medidas de prevenção individual estão: uso de mosquiteiros, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas e uso de repelentes. Já as medidas de prevenção coletiva contra malária são borrifação intradomiciliar, uso de mosquiteiros, drenagem, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho e uso racional da terra.
Observação: Não existe vacina contra a malária. Algumas substâncias capazes de gerar imunidade foram desenvolvidas e estudadas, mas os resultados encontrados ainda não são satisfatórios para a implantação da vacinação.

Tratamento
O tratamento deve ser iniciado imediatamente após o início dos sintomas, uma vez que o atraso está associado a um maior risco de gravidade e óbito. O tratamento indicado depende de alguns fatores, como a espécie do protozoário infectante; a idade do paciente; condições associadas, tais como gravidez e outros problemas de saúde; além da gravidade da doença. O tratamento é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o território nacional, e é realizado sob supervisão médica, com a prescrição de medicamentos antimaláricos que devem ser administrados diariamente até o final do tratamento, sem interrupções, para evitar que outras formas mais graves da doença se manifestem. Quando realizado de maneira correta, o tratamento da malária garante a cura da doença.
Fonte: Secretaria de Estado de Saúde de MG

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